domingo, 9 de novembro de 2008

Born to be wild!!

Já que estamos falando de comerciais, aí vai um dos melhores da atualidade.



LG - Life's Good

sábado, 8 de novembro de 2008

Calvin e Haroldo

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Já levou o seu?

E já que estamos falando de propaganda, posto aqui um excelente slogan do Café Toko:


Levou?

Wasssup!

Isso sim é publicidade!!

Em homenagem aos 8 anos do comercial Wassup da cerveja Budweiser (que por si só já é uma ótima propaganda), fizeram uma nova versão. Abaixo você verá 4 comerciais antigos e, em seguida a homenagem.



Isso me lembra Todo Mundo em Pânico (literalmente).

It's easy

Dica importante para quem vai viajar nesse final de ano, principalmente se for precisar de um bom inglês. Conheça Arthur e melhore a sua pronúncia. Ou não.



Dothinho de pêthego!!



Mãe, meu mamão. Nana nenê!



Sai daqui, saci!!



Eu também vi o tatu!

Se quiser ver outras dicas do fantástico Arthur, só clicar aqui e aprender inglês. It's easy!

Diet Shake que nada!

Atenção meninas gordinhas que sofrem tomando aquelas gororobas da Luciana Gimenez, comprando os fantásticos produtos da Polishop ou fazendo a Dieta dos Pontos (pontos flex é o que há)! Não percam mais tempo com isso! Aqui está a solução dos seus problemas:



Mas cuidado com o primeiro encontro após meses de conversa pelo MSN! Ele pode não reconhecer você!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Conversas ambíguas

Dia catorze. Terça-feira. Oito e meia. A Favorita:


— O que é isso?

— Ovos mexidos. Você adorava os meus ovos mexidos...


Em homenagem ao Pedro, o rei dos pensamentos infames.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Da série: "Coisas que só acontecem em Macaé"





O cara é tão bom que só tentou matar, mas infelizmente acabou conseguindo...

E mais: o que a foto do alegre palhacinho tem a ver com a manchete?

____________

Pesquisando sobre esta incrível manchete, descobri também que o jornal O Debate possui os melhores colunistas do Brasil. Ancelmo Góis? Martha Medeiros? Artur Xexéo? Que nada!! Os melhores são esses aqui, ó: 



E como se não bastassem todos eles, ainda tem uma tal de Lilia. Confira:


Esse jornal aí não serve nem pra ser usado naquela função descrita na versão alternativa de Jingle Bell. 

Jingle Bell
Jingle Bell
Acabou o papel...

domingo, 5 de outubro de 2008

Pode pegar, mas aguenta a piada.

O último post gerou tanta polêmica e discussão que resolvi usar o meu direito de resposta (influência do período de eleições) para me defender e esclarecer algumas coisas.

Estou com tanto azar, que a URL do post é http://so-pra-descontrair.blogspot.com/2008/09/no-cu-voc-guardou-seu-lugar_3465.html. Repare no final: no-cu-voc-guardou-seu-lugar. Não, não recomendo a ninguém guardar nada no cu. Ao menos que você goste e, portanto, faça o que quiser com o seu. Não me importo, mas não me peça para não ser sacaneado. Todos têm o direito de fazer o que bem entender com ele, mas todos também têm o direito de sacanear aqueles que fazem o que bem entendem com o coitado.

Quero só abrir um parêntesis para a ortografia correta da palavra "cu". É sem acento. Então, se quiser pichar palavras de baixo calão, pelo menos piche de forma correta.

Feito o adendo, voltemos ao tema principal. Primeiramente, queria dar um recado para o Sr. Anônimo que comentou no blog dizendo: 

LoL...
Tá doido véio...!!!
Í mas agente tenke pensar que as baranga deixa passa a mão...!
As bunitinha que coisa séria...
Então nessas horas prefiro as baragas..!

Vitor parabéns tú é corajoso veio..!

Rsss...
  1. Cuidado com essa mão aí.
  2. Que hora que você prefere as bunitinha? (sic)
  3. Eu não sou corajoso, não. Sou medroso pra caramba. E nem sou discípulo de São Jorge.


Esclarecido isso, continuemos a discussão. Fui mau, escroto ao publicar as polêmicas imagens? No mínimo, fui polêmico. Mas e daí? Não faço questão de ir para o céu mesmo. Não tenho uma boa alma e preconceito é não fazer humor só para poupar o outro. Com bom senso, pode-se e deve-se fazer piada sobre tudo e todos.

Para ilustrar o que digo, pego um caso que ocorreu em setembro desse ano com o "Casseta & Planeta":

"Casseta & Planeta" é acusado de preconceito contra deficientes, diz a manchete. Veja o vídeo e tire as suas próprias conclusões.



Seria preconceito ou somente uma crítica aos políticos que, cada vez mais nos fazem descrer da honestidade deles? Não consigo ver maldade no Tinoco, o homem toco. Creio que eles usaram a deficiência ("Em verdade, meus amigos, eu caminho entre os homens como entre fragmentos e membros avulsos de seres humanos." - Assim Falou Zaratrusta) para criticar a política. Se fosse assim, os vendedores de sacolé também iriam se revoltar. Os idiotas iriam se revoltar (acho que esses se revoltaram, né?).

Adoro ver pessoas como Geraldo Magela (não o deputado), que brincam com a sua deficiência e mostram que eles são muito mais que isso.

Escrevi isso tudo pra dizer que cada um tem sua opinião, cada um sabe o que é belo e o que é feio, cada um pega quem quiser. Não me importo, mas não me peça para não ser sacaneado. Todos têm o direito de fazer o que bem entender, mas todos também têm o direito de sacanear aqueles que fazem o que bem entendem.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Frase profunda do dia

"A morte é um despertador que quer nos acordar para o significado da vida a todo o momento."

sábado, 6 de setembro de 2008

No céu você guardou seu lugar

Teorema de Carlão.mp3 - Pedra Letícia

Teorema de carlão - Pedra Letícia

Ei, você ai
Isso vai mudar sua vida, então
Tente me ouvir
Eu melhorei pra valer
Com o teorema de carlão
Que eu vou passar para você

São 4 horas da manhã de sexta
Você não tem quem pegar
Eu vou te dar uma dica, seu besta
Olhe pra lá

E veja aquela moça
Aquela bem baranga
Ela diz: "pobrema"
Ela tem bigode
E sem falar na pança

Tente entender
Ela quer ser feliz, como você
Ela também tem coração
Então faça uma boa ação

Pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra assistir DVD
Detona a Juliana Paes
Critica a Aline Morais
Declama: "Eu prefiro você!"

E não importa se ela é pesada
Você tem que carregar
Até o quarto sobe pela escada
Depois você toma um ar

E veja aquela moça
Aquela bem baranga
Ela diz: "pobrema"
Ela tem bigode
Mas você a ama

Você entendeu
Ela quer ser feliz como você
Agora num só coração
Então faça uma boa ação

Pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra subir ao altar
E olha o bem que você faz
Quando a beija uma vez mais
No céu você guardou seu lugar

Então pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra assistir DVD
Detona a Juliana Paes
Critica a Aline Morais
Declama: "Eu prefiro você!"

Então pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra subir ao altar
E olha o bem que você faz
Quando a beija uma vez mais
No céu você guardou seu lugar

No céu você guardou seu lugar
No céu você guardou seu lugar
No céu você guardou seu lugar
No céu você guardou seu lugar

***

Tive o desprazer de ver uma boa ação dessas na chopada com a baranga sósia de um famoso jogador de futebol gaúcho. Se conseguir fotos, publico aqui em primeira mão. Ainda bem que eu vou para o inferno. E você? Quer ir para o céu?

***

Update: Consegui as fotos!!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Batman - The Dark Misunderstanding

Não poderia deixar de postar a melhor cena do melhor filme contemporâneo.




Eis a dissonância cognitiva...

domingo, 31 de agosto de 2008

Diário de bordo de um peixe fora d'água

Quando entrei no ônibus, tive a ligeira sensação de estar no lugar errado. Cabelos brancos e dentaduras faziam parte do cenário senil que se construía na minha frente. Não percebia que aquilo era só o começo...

A ida foi ótima: o Rei Roberto Carlos nos deu um tostão de sua voz, ou melhor, ficou horas cantando... :S

Conservatória era o destino final. Um dos recreadores deu uma boa definição da cidade: uma rua que sobe e outra que desce, mas isso não era problema para quem já morou em Macaé. Os grandes problemas eram a melancolia e nostalgia que pairavam sobre a cidade como uma neblina matutina. Conhecida (conhecida?) como
a Capital Mundial da Seresta e Serenata, Conservatória poderia ser chamada também de Capital Mundial da Terceira Idade (usando um termo politicamente correto), concorrendo com Caldas Novas, Raposo e outras que o Alzheimer não me deixa lembrar.

A quantidade de velhos por metro quadrado é impressionante! Porém, a idade biológica não faz diferença se há disposição e vontade de viver. Não foi o que eu encontrei lá. Idosos melancólicos, com saudades de um passado que nunca mais voltará, como todo passado. Quase tomei um antidepressivo (tinha acabado o estoque das fármácias de lá).

Vale ressaltar a deprimente performance dos recreadores que tratavam os hóspedes como crianças retardadas. Atirei o pau no gato, Olha a cabeleira do Zezé e Ciranda Cirandinha fazem parte do repertório "musical" cantado por eles no ônibus do hotel que levava os "condenados" aos lugares. E eu estava no meio dessa tortura. E quando menos se esperava, um deles soltava um riso/grito/grunhido sem motivo aparente que só aumentava a minha vontade de enfiar o pau, o gato, a cabeleira, a ciranda e tudo o mais que eu conseguisse no seu anel que era de vidro e certamente se quebraria.

À noite, o suplício continuava com os seresteiros cantando famosas músicas do passado. Tu não te lembras da casinha pequenina? O que salvou foi a festa cigana/paraguaia, porque rolou uma Festa no Apê. Não pela música, mas pela cômica cena das velhinhas cantando e dançando vai rolar bundalelê. Na mesma festa, um "cigano" fez uma apresentação de dança. "Ele" estava com uma camisa de renda meio aberta, ou melhor, meio fechada e purpurina dourada espalhada pelo corpo. Vai querer me enganar e dizer que aquilo era homem? Mas isso não fazia diferença para as senhoras que passaram mal com a performance do "homem". Algumas delas foram até tomar calmante...

No total, encontrei uma dúzia de pessoas abaixo dos 40 anos. 90% velhos, 9,5% quase-velhos, 0,5% eu. Será que as pessoas de Conservatória já nascem velhas? Não fiquei lá para averiguar. Espero nunca mais voltar lá. Nem mesmo quando envelhecer...

*Lembrete* - investigar sobre as cidades antes de viajar.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Sutil sarcasmo

"Americana atira em si mesma ao tentar matar ratos com revólver"

Bala atravessou a rótula da atiradora e feriu na virilha um homem que olhava a cena. Os ratos conseguiram escapar sem ferimentos.

***

Os ratos conseguiram escapar sem ferimentos. - Melhor comentário dos últimos tempos.


P.S. - erro imperdoável o meu não ter citado a fonte da informação. Notícia encontrada por Pedro Mansur, o maior pegador - e comedor - que eu conheço.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Momento nostalgia

Era uma vez um menino que nasceu no fim da década de 80. Quando ia à escola, sempre levava seu biscoito favorito: Fofy. Eram uns ursinhos engraçados e gostosos. Brincava de comer primeiro a cabeça, depois o resto do corpo. Certa vez, o menino se engasgou com a bala Soft. Prometeu nunca mais colocar outra daquelas na boca. Mais tarde ele perceberia que a bala tinha o mesmo formato de uma hemácia. Porém, naquela época, hemácia era só uma palavra bonitinha.


Ele adorava assistir Cavaleiros do Zodíaco, apesar do desenho ser muito dramático. Doug, Os Ursinhos Carinhosos e Capitão Planeta sempre passavam na TV do menino. Carrossel e Punky, A Levada da Breca eram suas séries favoritas. O filme que ele mais gostava era O Rei Leão. Às vezes via a novela Éramos Seis. Assistir Glub-Glub, Castelo Rá-Tim-Bum, X-Tudo e O Mundo de Beakman na TV Cultura eram as melhores coisas para se fazer. Adorava quando Hugo falava "Não tem chororô, esse jogo acabou!".











Mas o menino não via só televisão. Tinha vários brinquedos. E tinha tempo para brincar com todos eles. Já teve um Pense Bem, Master System e Super Nintendo. Brincava de Futuro Engenheiro, mas perebeu que era melhor em desconstruir. Colecionou Geloucos e já usou uma Mão Biônica. Fazia a maior bagunça quando resolvia brincar de Super Massa. Já matou um Tamagotchi e tomou vários gols no Pino Gol.


O menino fez muitas outras coisas, mas sua memória teima em querer esquecer. Quanto mais o menino cresce, mais as lembranças do passado vão ficando pequenininhas. Por isso o menino só quer uma única coisa: não crescer tanto.